Ora, como é óbvio, o ponto de partida de qualquer currículo é quase sempre um plano, o chamado currículo-plano; aquilo que Diogo & Carvalho (1999:71) apelidam de currículo oficial, ou seja, “currículo formal – o que alguma organização normativa prescreve (por exemplo, o ME[1])”. Isto faz parte do planeamento curricular, que se insere num processo dinâmico e contínuo que também envolve a fundamentação, a implementação e a avaliação do currículo; as quatro grandes fases dum permanente desenvolvimento curricular, isto é, duma construção de planos curriculares. Para Ribeiro, currículo é aquilo que se planeou ensinar; é a organização do ensino-aprendizagem, ou melhor daquilo que se pretende que os alunos aprendam.
[1] Ministério de Educação
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
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